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	<title>♫ Praisier ♫</title>
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	<description>No coração do adorador!</description>
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<title>♫ Praisier ♫</title>
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		<title>O som</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 18:22:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jailson Moura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Olá, pessoal! Tudo bem? Como estão os estudos de técnica vocal? Recebi alguns e-mails com comentários, isso mostra que estão gostando e quero aproveitar pra agradecer todo carinho dispensado ao nosso blog.  No último post falamos sobre respiração. Espero que tenham gostado! Breve vamos falar mais sobre técnica. Dando continuidade ao nosso estudo vamos falar um pouco de uma curiosidade o SOM. Já falamos de algo parecido, a voz, mas antes quero avisar a todos que podem ficar a vontade pra mandar suas dúvidas por e-mail, pois irei responder todas com maior prazer. </span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Mande pra: jailsonmoura@praisier.com.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<hr style="height: 2px; text-align: justify;" size="2" />
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Então, pessoal, todo som se origina de uma vibração, de uma coluna de ar, de uma lâmina, de uma corda esticada, do próprio corpo. O número de vibrações de uma fonte sonora por minuto é denominado </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">freqüência</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">, e a medida utilizada para ela é chamada </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">decibel</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">. A nota mais grave de um piano tem freqüência 30, a mais aguda, 4000. Os sons chamados musicais são os que possuem freqüência de vibração definida. Eles formam um desenho de ondas regulares e constantes, o </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">som musical, </span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">diferente do som de um motor ou de um fenômeno natural como o quebrar das ondas do mar. Estes produzem um feixe irregular de ondas sonoras, que identificamos como </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">ruído</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">. O som produzido por tambores e outros instrumentos de percussão podem ser considerados em certa instância como ruída, mas dentro de um timbre esperado, contido e repetido. Os sons musicais são caracterizados por quatro propriedades, que são: </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">altura</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">, </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">duração</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">, </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">intensidade </span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">e </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">timbre</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">. A altura consiste em seu grau de elevação, do </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">grave </span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">(grosso, baixo) ao </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">agudo </span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">(fino, alto), variando de acordo com a quantidade de vibrações por segundo. As faixas de vibração são chamadas </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">região grave</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">, média ou aguda ou </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">registros</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">. Quanto maior o corpo do instrumento, mais grave tende a ser a sua região (compare o tamanho de uma tuba com um trompete, de um contrabaixo com o violino). De acordo com a região, nós classificamos as vozes humanas e modelos dos instrumentos em </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">soprano</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">, </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">contralto</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">, </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">tenor </span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">e </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">baixo</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">. A distância entre a nota mais grave e a mais aguda de uma voz ou instrumento, nós chamamos </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">extensão</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">. Calma, vou explicar o que é extensão rsrs (então, é o conjunto de notas que um cantor consegue cantar independente da articulação ok?). Então vamos lá! A duração é o tempo durante o qual o som se prolonga, gerando a diferença entre sons curtos e longos. A voz humana e os violões são exemplos de duração limitada. Em um órgão, ao contrário, uma nota pode ter uma duração ilimitada. A intensidade consiste em seu grau de força (forte – fraco, onde o que chamamos som “alto” deveria ser “som intenso”). Enquanto a altura depende da quantidade de vibrações, a intensidade depende da força das vibrações, chamada </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">amplitude sonora</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">. O timbre é o caráter próprio de cada som, que permite distingui-lo quando produzido pelos diversos instrumentos ou vozes. O timbre depende da quantidade de harmônicos que vem junto à nota principal; é o que particulariza e diferencia as vozes de cantores populares e de jazz e das pessoas em geral, variando com a origem do indivíduo, idade, classe social e até se ele bebe ou fuma. Ou seja: quando ouvimos uma nota musical, escutamos o feixe sonoro formado pela nota principal, seus harmônicos naturais (8a, 5a, 3a, etc) e os harmônicos artificiais, a “sujeira”. As diferentes fontes sonoras conseguidas pelo homem originaram as famílias de instrumento que conhecemos: os chamados </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">idiófonos </span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">(chocalhos, claves cubanas), os </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">membranofones </span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">(tambores em geral), os </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">aerófonos </span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">(instrumentos de sopro em geral) e, finalmente, os </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">cordofones </span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">(a família dos violões).</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/img_som_timbre_PQ.jpg" rel='lytebox[o-som]'><img class="aligncenter size-full wp-image-497" title="img_som_timbre_PQ" src="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/img_som_timbre_PQ.jpg" alt="" width="400" height="307" /></a> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">*</span><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Obs: </span></em><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Algumas informações foram consultadas em diversos livros de teoria da música.</span></em></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">C’est fini</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Ainda essa semana terá nosso artigo sobre técnica vocal aguardem!</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Então é isso. Mas semana que vem tem mais. Tchau!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></p>
<p>
<p align="center">
<a target="_blank" href="http://br.groups.yahoo.com/group/louvoraorei/"><br />
<img border="0" src="http://img10.imageshack.us/img10/4937/loguinholouvoraorei.png" width="160" height="78"></a></p></p>
<img src="http://praisier.com/blog/?ak_action=api_record_view&id=496&type=feed" alt="" />
	Tags: <a href="http://praisier.com/blog/tag/agudo/" title="agudo" rel="tag">agudo</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/baixo/" title="baixo" rel="tag">baixo</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/contralto/" title="contralto" rel="tag">contralto</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/decibel/" title="decibel" rel="tag">decibel</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/extensao-vocal/" title="extensão vocal" rel="tag">extensão vocal</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/grave/" title="grave" rel="tag">grave</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/musica/" title="Música" rel="tag">Música</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/ruido/" title="ruído" rel="tag">ruído</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/som/" title="som" rel="tag">som</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/soprano/" title="soprano" rel="tag">soprano</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/tenor/" title="tenor" rel="tag">tenor</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/teoria-da-musica/" title="teoria da música" rel="tag">teoria da música</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/timbre/" title="timbre" rel="tag">timbre</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/voz/" title="voz" rel="tag">voz</a><br />

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		<title>A língua erudita &#8211; Isaías 50:4</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 07:20:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ramon Fávero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estudos]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá, meus queridos irmãos. Aqui estou eu novamente!  Graças a Deus estou bem, e hoje venho trazer um estudo para vocês. Há algum tempo o Senhor me deu este versículo que achei muito glorioso, e daí me veio a vontade de &#8220;destrinchá-lo&#8221; em revelação. Com certeza há muito mais coisas para serem faladas e reveladas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Olá, meus queridos irmãos.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Aqui estou eu novamente!  Graças a Deus estou bem, e hoje venho trazer um estudo para vocês.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Há algum tempo o Senhor me deu este versículo que achei muito glorioso, e daí me veio a vontade de &#8220;destrinchá-lo&#8221; em revelação.<br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Com certeza há muito mais coisas para serem faladas e reveladas pelo Senhor, e abro espaço para o compartilhamento de novas revelações sobre essa palavra.<br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Segue abaixo breve esboço dessa palavra tão gloriosa que o Senhor me deu.<br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong><span style="text-decoration: underline;">TEXTO BASE: Isaías 50:4<br />
</span> O Senhor Deus me deu uma língua erudita, para que eu saiba dizer a seu tempo uma boa palavra ao que está cansado. Ele desperta-me todas as manhãs, me desperta o ouvido para que ouça como aqueles que aprendem. (Isaías 50.4)</strong></span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong><a href="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/4.Artigo-A-língua-erudita-Soberania.jpg" rel='lytebox[a-lingua-erudita-isaias-504]'><img class="size-medium wp-image-485  aligncenter" title="4.Artigo - A língua erudita - Soberania" src="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/4.Artigo-A-língua-erudita-Soberania-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><br />
</strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>O Senhor Deus me deu:</strong> essa parte nos mostra a soberania de Deus, pois é Ele que, segundo sua vontade e misericórdia, nos dá qualquer coisa. Deus poderia hesitar e pensar duas vezes antes de nos dar qualquer coisa, mas Ele é tão misericordioso que nos deu seu próprio filho por amor a nós.</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/4.Artigo-A-língua-erudita-Oração-e-Biblia.jpg" rel='lytebox[a-lingua-erudita-isaias-504]'><img class="size-medium wp-image-486  aligncenter" title="4.Artigo - A língua erudita - Oração e Biblia" src="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/4.Artigo-A-língua-erudita-Oração-e-Biblia-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>&#8230;uma língua erudita&#8230;: </strong>o site Wikitionary conceitua erudição como sendo “uma instrução vasta e variada, adquirida, sobretudo, pela leitura e pelo estudo, nomeadamente direcionada a um conhecimento de cunho acadêmico. Pode-se chamar de sábia uma pessoa erudita”, ou seja, a língua erudita nos fala daquilo que o nosso coração e mente estão cheios, e no caso do servo, o seu coração deve estar transbordando da palavra de Deus. Um coração assim se adquire por meio de leitura à palavra e muita oração, ações essas que são indissociáveis, ou seja, necessariamente precisam fazer parte da rotina do servo fiel.</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/4.Artigo-A-língua-erudita-Proclamai.jpg" rel='lytebox[a-lingua-erudita-isaias-504]'><img class="size-medium wp-image-487  aligncenter" title="4.Artigo - A língua erudita - Proclamai" src="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/4.Artigo-A-língua-erudita-Proclamai-300x190.jpg" alt="" width="300" height="190" /></a><br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>&#8230;para que eu saiba dizer&#8230;: </strong>a partir do momento que o servo se dispõe a manter uma comunhão íntima e profunda com Deus por meio da oração e leitura à palavra, Deus o capacita para expressar aquilo que está transbordando em seu coração. Mas quando o servo irá expressar isso? Quando ele quiser? Veremos a seguir.</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/4.Artigo-A-língua-erudita-Boa-palavra.jpg" rel='lytebox[a-lingua-erudita-isaias-504]'><img class="size-medium wp-image-488  aligncenter" title="4.Artigo - A língua erudita - Boa palavra" src="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/4.Artigo-A-língua-erudita-Boa-palavra-300x243.jpg" alt="" width="300" height="243" /></a><br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>&#8230;a seu tempo uma boa palavra&#8230;:</strong> Amados, é somente no tempo de Deus que o servo caracterizado nos parágrafos acima poderá expressar aquilo que está dentro do seu coração. Novamente lembramos que é por meio da soberania de Deus que acontece todas as coisas, ou seja, quando Deus testificar por meio do Seu Espírito Santo que é a hora de falar aí o servo sentirá essa necessidade de exprimir palavras eruditas, boas palavras. Tais palavras devem ser o espelho daquilo que o coração do servo está cheio, ou seja, a palavra do Senhor, que deve ser lida diariamente, e a oração, que é o retrato da comunhão com Deus. Essa palavra vai de encontro especial a algum tipo de pessoa? Vejamos.</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/4.Artigo-A-língua-erudita-Peso.jpg" rel='lytebox[a-lingua-erudita-isaias-504]'><img class="size-full wp-image-489  aligncenter" title="4.Artigo - A língua erudita - Peso" src="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/4.Artigo-A-língua-erudita-Peso.jpg" alt="" width="300" height="243" /></a><br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>&#8230;ao que está cansado&#8230;:</strong> Esta palavra deve ser preferencialmente levada a quem se encontra sob o julgo do pecado, àquele que está cansado, que leva um peso sobre as costas. A missão dos servos de Deus nesse mundo é levar luz àqueles que andam em trevas. A palavra fala que somos o sal da terra, ou seja, devemos fazer a diferença, sermos tempero desse mundo, dar gosto àquilo que está sem sabor. É claro que nesta tarefa o Espírito Santo estará muito presente, pois Ele é a luz que o Senhor Jesus nos legou; por meio d’Ele as vidas cansadas acham paz e consolo para as suas almas, afinal Ele é o consolador.</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/4.Artigo-A-língua-erudita-Nascer-do-Sol-Praia-da-Costa.jpg" rel='lytebox[a-lingua-erudita-isaias-504]'><img class="size-medium wp-image-490  aligncenter" title="4.Artigo - A língua erudita - Nascer do Sol - Praia da Costa" src="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/4.Artigo-A-língua-erudita-Nascer-do-Sol-Praia-da-Costa-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>Ele desperta-me todas as manhãs&#8230;:</strong> uma parte interessante deste versículo é esta. Vemos aqui a doutrina do culto nas madrugadas. Todos sabemos que é um meio de graça maravilhoso que o Senhor revelou aos seus servos fiéis, e é por meio dessa doutrina que o Senhor nos dá grandes vitórias. Creio que, de acordo com a linha de raciocínio deste versículo, este seja mais um requisito para se ter uma língua erudita que vem de Deus, juntando-se à oração e leitura da palavra. O interessante aqui é que diz que “Ele” nos desperta todas as manhãs. Não vou negar que tenho muita dificuldade para acordar às 5h40 da madrugada para ir ao culto da madrugada, mas quando me coloco na dispensação do Senhor Ele me acorda para ir, e muito me alegro e glorifico o Seu nome por isso; percebo que quando consigo ir às madrugadas meu dia fica perfeito, as lutas e provas não tem vez, e em tudo o Senhor abençoa. E você? Já percebeu isso também? Conte-nos suas experiências com madrugada nos comentários!</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/4.Artigo-A-língua-erudita-Casa-do-Senhor.jpg" rel='lytebox[a-lingua-erudita-isaias-504]'><img class="size-medium wp-image-491  aligncenter" title="4.Artigo - A língua erudita - Casa do Senhor" src="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/4.Artigo-A-língua-erudita-Casa-do-Senhor-300x228.jpg" alt="" width="300" height="228" /></a><br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong>&#8230;me desperta o ouvido para que ouça como aqueles que aprendem:</strong> ao irmos aos cultos da madrugada o Senhor nos desperta para ouvir a sua voz, por meio da sua palavra. Quantas vezes, mesmo com minha dificuldade em ir às madrugadas, senti sono o período todo e no findar do culto, mais precisamente no momento da leitura da palavra o Senhor falou grandiosamente comigo??? Tenho certeza que isso já aconteceu com você também. Nós somos despertados para ouvir a voz do Senhor, que é mansa e suave. Outro ponto interessante a ser tocado é: “para que ouça como aqueles que aprendem”; essa parte nos remete à situação de alunos. Os alunos, em um determinado momento, param tudo em suas vidas para prestar atenção nos ensinamentos dados pelo Mestre. E é isso que ocorre quando o Senhor nos desperta de madrugada, Ele quer nos ensinar. Seja que tipo de ensino for, aquilo que vem do Senhor é bênçãos para a nossa vida. O que aprendeu com o Senhor na última vez que foi à madrugada? Qual versículo foi lido que por meio dele trouxe conhecimento para você?<br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Espero que essa palavra tenha trazido bênçãos para a sua vida, e desejo que o Senhor os te abençoe cada vez mais.<br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Peço que estejam orando para que o Senhor nos revele sempre mais palavras, e que o nosso blog possa ser um veículo de bênçãos para as pessoas.<br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Abraços fraternais,<br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Ramon Fávero</span></span></p>
<p>
<p align="center">
<a target="_blank" href="http://br.groups.yahoo.com/group/louvoraorei/"><br />
<img border="0" src="http://img10.imageshack.us/img10/4937/loguinholouvoraorei.png" width="160" height="78"></a></p></p>
<img src="http://praisier.com/blog/?ak_action=api_record_view&id=483&type=feed" alt="" />
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		<title>Série Instrumentos de Orquestra: Violoncello</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 03:34:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ramon Fávero</dc:creator>
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<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">APDSJ Amados,</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Estou aqui novamente depois de algum tempo sem postar. Já estava ansioso por mais essa dose semanal de conhecimento musical, e a saudade de escrever estava apertando já rsrsr</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Recebi alguns pedidos por e-mail, e o conteúdo abaixo já é a resposta de um desses e-mails. Solicitaram que fosse falado sobre o Violoncello, e aqui está o post.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Aproveito para informar que em breve chegaremos nos instrumentos de sopro, e vocês não perdem por esperar!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Se deliciem no conteúdo abaixo! Aprender sobre um instrumento é algo glorioso na Obra do Senhor, e além disso, conhecimento nunca é demais!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Então, eu fico por aqui e deixo a matéria para vocês se deliciarem. Aguardo o <strong>comentário </strong>de vocês para podermos discutir mais sobre os diversos instrumentos, heim! E que tal deixar a sua sugestão por aqui tambem? Aproveite o espaço e fale mesmo! rsrs</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Abraços e shalom!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Ramon</span></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/2.Artigo-Violoncello-violoncello-2.jpg" rel='lytebox[serie-instrumentos-de-orquestra-violoncello]'><img class="size-medium wp-image-474   aligncenter" title="2.Artigo - Violoncello - violoncello 2" src="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/2.Artigo-Violoncello-violoncello-2-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">INTRODUÇÃO</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O violoncelo é também muito conhecido pelo nome de cello, que constitui o diminutivo do termo em italiano. Ele é obviamente grande demais para ser colocado sob o queixo como o violino ou a viola. Por isso o violoncelo é sustentado, e levemente apertado, pelas partes internas dos joelhos do executante, apoiando-se no solo por um espigão regulável de metal.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">As quatro cordas do violoncelo são afinadas em quintas, uma oitava abaixo da viola.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O violoncelo tem a maior extensão dinâmica de todos os instrumentos de cordas, tanto no piano quanto no forte; sua extensão em altura é também bastante ampla, cobrindo quase quatro oitavas. As notas mais graves são escritas na clave de fá e as mais agudas, na clave de dó na quarta linha (clave de tenor) e até na clave de sol.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O fato de possuir cordas mais longas e grossas, e de ser maior que o violino e a viola, confere ao violoncelo um som cheio e penetrante; seu timbre é gloriosamente intenso e rico.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Apesar do seu tamanho, o violoncelo pode ser bastante ágil, quando executa melodias rápidas e rítmicas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">ALGUNS DADOS HISTÓRICOS</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Provavelmente o violoncelo é o membro mais recente da família do violino a ser aperfeiçoado na sua forma e proporção.Instrumentos tocados com arco aparecem nas pinturas européias desde o ano 900. Estes instrumentos podem ser divididos em quatro categorias: a rabeca, um ancestral do violino das épocas renascentista e medieval, a lira da braccio e a viela. Com exceção do último, os outros são considerados como ancestrais do violino e da viola modernos.Na categoria das vielas, teve-se a idéia da construção destes instrumentos em diversos tamanhos, originando a família das violas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Os instrumentos maiores eram tocados apoiados entre as pernas dos executantes, daí a viola da gamba. (gamba= perna) O violoncelo não evoluiu da viola da gamba como antigamente se pensava, mas sim dessa mesma idéia de se construir instrumentos em famílias, porém aplicada ao violino.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O nome “violoncello” só foi adotado universalmente no final do século XVII. Por volta desta data o instrumento era conhecido por “violoncino”, “violone”, “bas de violon” / “basse de violin”, “bass violin”. Um violoncelo de três cordas pode ser observado entre outros instrumentos numa pintura na cúpula da catedral de Saronno, obra de Gaudenzio Ferrari (1535).O instrumento mais antigo que sobrevive até hoje foi obra de Andrea Amati (1572), sendo parte de uma encomenda de vários instrumentos para Charles IX, rei da França (1560-1574).O desenvolvimento do violoncelo foi no início inibido pela predileção naquela época pelas violas da gamba como instrumentos graves em conjuntos de instrumentos de corda. O violino era um instrumento usado principalmente por músicos de rua, a família das violas era por sua vez mais utilizada na corte. Pode-se observar também que o violoncelo aparece na arte (pinturas) holandesa e flamenga nas mãos de músicos de rua ou em tavernas, enquanto cenas na corte notam-se instrumentistas tocando violas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O violoncelo nos seus primórdios era construído em várias medidas e também afinado de maneiras diversas. Foi Stradivari quem revisou o modelo em voga, criando um tamanho padrão chamado “padrão B”.Isto foi um de seus maiores feitos, que deixou inestimável legado para os violoncelistas modernos. Estabelecendo medidas baseadas na sua experiência e observação, ele conseguiu um equilíbrio maior entre os registros médio e agudo, além de uma melhor projeção do som.Inicialmente as cordas eram feitas de tripa. A introdução mais tarde do uso do metal envolvendo a tripa possibilitou maior agilidade no registro grave do instrumento.Pinturas do século XVII mostram o violoncelo sendo tocado de três maneiras: apoiado no chão, entre as barrigas-da-perna do executante; sobre uma pequena banqueta, o executante ainda sentado; e pendurado no ombro do executante através de uma alça que passava por um furo no instrumento feito para essa finalidade e tocado de pé.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Pequenas alterações (melhoramentos) no padrão B têm sido feitas até o presente. O braço tem sido gradualmente diminuído em espessura para facilitar ao executante tocar nas posições mais altas. O espelho do instrumento é hoje feito de ébano, madeira escura e extremamente resistente, para resistir melhor ao uso de cordas de aço. A barra harmônica aumentou em comprimento e espessura, dando maior ressonância para as cordas graves. O cavalete ficou mais leve, aumentando o volume.No entanto o maior desenvolvimento foi, sem dúvida, a invenção do espigão por Adrien Servais (1845). Isto possibilitou uma maior estabilidade nas mudanças de posição e também ofereceu maior liberdade para a mão esquerda. Hoje em dia também é usado o espigão curvo, que deixa o instrumento quase que inteiramente na posição horizontal, permitindo uma maior utilização do peso do arco do que quando o instrumento é mantido inclinado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><span style="text-decoration: underline;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">NAIPE NA ORQUESTRA</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><span style="text-decoration: underline;"> </span></span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Obviamente, o cello faz parte do naipe de cordas, e são usados entre 8 a 12 cellos, dependendo do tipo e tamanho da orquestra.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/formação-da-orquestra.jpg" rel='lytebox[serie-instrumentos-de-orquestra-violoncello]'><img class="size-full wp-image-436  aligncenter" title="formação-da-orquestra" src="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/formação-da-orquestra.jpg" alt="" width="448" height="336" /></a><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">EXTENSÃO MUSICAL</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><span style="text-decoration: underline;"> </span></span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A tessitura (alcance) do cello é de quase 4 oitavas, cobrindo todos os registros da voz humana masculina (baixo-barítono-tenor- contratenor) e boa parte da feminina (contralto-mezzosoprano-soprano). Vai desde o Dó-2 do piano (64Hz) até pouco além do Dó-6 (1024Hz), conforme o instrumento. Sua gama grave é semelhante à do fagote.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">As 4 cordas são nomeadas a partir da mais aguda. O primeira corda é a corda LÁ, a segunda RÉ, a terceira SOL e a quarta DÓ (a mais grave).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">AFINAÇÃO DO CELLO</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><span style="text-decoration: underline;"> </span></span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A afinação das cordas é em quintas. Para afiná-lo é recomendável fazê-lo por um piano, um óboe, um diapasão ou por um instrumento eletrônico preciso (chromatic tuner), tendo o cuidado de apertar bem as cravelhas contra os orifícios de forma a evitar que deslize repentinamente (isso é mais susceptível de acontecer nos dias frios, com a contração do material). Uma afinação mais fina pode ser obtida pelos afinadores finos localizados no estandarte (nem todos os cellos possuem esses afinadores, que são altamente recomendáveis).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Primeiro afine a corda A (Lá). Se você é principiante afine as demais pelas notas correspondentes do piano. Após ganhar prática você será capaz de afinar as outras cordas, de ouvido, sem o auxílio do piano, baseando-se na corda Lá e regredindo em intervalos de quintas. Com mais prática você será capaz também de recorrer aos harmônicos para melhor assegurar a afinação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Enquanto o cello é afinado em Lá-Ré-Sol-Dó (descendente a partir de Lá-3 do piano &#8211; Lá 220 Hz), a viola é afinada também em Lá-Ré-Sol-Dó, só que uma oitava acima (portanto, a partir de Lá-4 do piano). O violino em Mi-Lá-Ré-Sol (descendente a partir de Mi-4) e o contrabaixo é afinado em Sol-Ré-Lá-Mi (descendente a partir de Sol-2).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A escrita para o cello se faz usualmente na clave de Fá.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">PRINCIPAIS RECURSOS/TÉCNICAS</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><span style="text-decoration: underline;"> </span></span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Se aplicam aqui as mesmas técnicas utilizadas na execução do Violino, que inclusive já falamos em um post anterior, podendo ser </span><a href="http://praisier.com/blog/serie-instrumentos-de-orquestra-violino/" target="_blank"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">visto aqui</span></a><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/2.Artigo-Violoncello-violoncello-3.jpg" rel='lytebox[serie-instrumentos-de-orquestra-violoncello]'><img class="size-full wp-image-475  aligncenter" title="2.Artigo - Violoncello - violoncello 3" src="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/2.Artigo-Violoncello-violoncello-3.jpg" alt="" width="318" height="450" /></a><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">FABRICAÇÃO (MATERIAIS)</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><span style="text-decoration: underline;"> </span></span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Um violoncelo é composto de aproximadamente 70 partes diferentes e tem um corpo de 75-76 cm. de comprimento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A qualidade da madeira é extremamente importante, pois dela resultará num instrumento de qualidade e som superiores. A seleção da madeira é feita dando-se preferência àquela que tiver um desenho de anéis de crescimento estreito e regular. A espessura ideal da madeira (tampo e fundo) deve ser a menor possível, desde que não haja perda de resistência.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Tampo</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> &#8211; O tampo superior é esculpido, resultando em um formato arqueado, quase sempre feito em duas partes coladas, de madeira macia e leve como pinho escocês, abeto norueguês, araucária, com espessura média de 4,5 mm. dependendo da densidade e do peso da madeira escolhida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Fundo</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> &#8211; O fundo (costas) do violoncelo é feito de madeira mais dura. O fundo pode ser desenhado ou totalmente liso; é feito em uma só peça ou, mais freqüentemente, de duas partes iguais, coladas. Assim como o tampo, ele é abaulado e sua espessura varia, sendo mais espesso ao centro. A espessura ideal vai depender das propriedades físicas da madeira. Alguns lutaios chegam a ela &#8220;afinando&#8221; o tampo e o fundo através de batidas na madeira com os nós dos dedos e ouvindo o som resultante. Quanto mais grossa a madeira, mais agudo o som produzido. É importante que o tampo e o fundo produzam sons com intervalo de pelo menos meio tom, de forma a assegurar um equilíbrio na resposta harmônica do instrumento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A madeira usada no fundo é mais resistente e, apesar do corte ser exatamente igual ao do tampo, o desenho se mostra totalmente diferente, sendo ligeiramente ondulado e apresentando veios dispostos no sentido horizontal; o resultado final desse desenho proporciona ao instrumento um excelente efeito estético, mas não influi significativamente na escolha da madeira. O fundo do cello age mais como refletor do som, ao contrário do tampo, onde se iniciam as vibrações da caixa acústica. Se a cunha retirada da tora não possuir largura suficiente para um fundo inteiro o lutaio pode optar por fazê-lo em duas partes. Cola-se as duas partes da cunha pela área mais grossa e portanto com os anéis de crescimento da árvore mais externos e novos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Os &#8220;</span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">efes</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">&#8221; &#8211; Os recortes em forma de f são cortados depois de cuidadoso estudo para encontrar a posição ideal, sendo simétricos em relação à linha média que divide o tampo em duas partes iguais. Os pequenos entalhes encontrados ao lado dos efes foram feitos para mostrar a posição do cavalete em cima do tampo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">filete</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> geralmente consiste de três lâminas finas de madeira encrostadas, bem próximas das bordas, tanto no fundo quanto no tampo, que enfatizam a beleza do formato do violoncelo, servindo também como proteção contra qualquer dano feito às bordas do instrumento. Normalmente as duas lâminas externas são feitas de madeira tingida, e a central em madeira clara.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Ainda hoje é usada uma cola do tipo gelatinosa, de origem animal e aquecida em água. Esta cola tem várias vantagens sobre as colas sintéticas que, hoje em dia, são facilmente encontradas. É essencial que ela seja solúvel em água e flexível para acompanhar a expansão e contração do instrumento durante as mudanças climáticas. Ela também permite que o cello possa ser aberto com facilidade se necessário. O uso de uma cola rígida pode provocar danos severos ao instrumento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">As </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">faixas</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> (laterais) são feitas em seis partes, com espessura aproximada de 2 mm, e cortadas da mesma madeira usada para o fundo. Isso faz com que os desenhos sejam semelhantes e que, talvez mais importantemente, as faixas e o fundo apresentam o mesmo índice de dilatação e contração, evitando assim rachaduras. Depois de cortadas, as faixas são moldadas sobre ferro quente para se obter a curvatura desejada, processo esse que exige grande cuidado para que a madeira não queime, nem seja danificada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">interior</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> do violoncelo contém muitas partes que não são visíveis e são extremamente importantes. As contrafaixas são formadas por 12 partes de pequenas tiras feitas de madeiras leves, como às do tampo, coladas nas beiradas das faixas para que, quando elas forem coladas ao tampo e ao fundo, haja uma área maior de contato. Ao mesmo tempo, seis blocos da mesma madeira são colocados, um em cada canto do instrumento, com as contrafaixas incrustadas para evitar deslocamento, um na parte superior, onde é encaixado e colado o braço do instrumento, e o último na parte inferior, com um orifício perfurado onde se encaixará o espigão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">barra harmônica</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> é colada no interior do tampo, passando debaixo do pé esquerdo do cavalete, do lado das cordas mais graves, e seu comprimento é de cerca de 6/8 do comprimento do tampo. Sua espessura média é de 12 mm. e sua altura no centro é de aprox. 25 mm. e 5 mm. nas extremidades. Estruturalmente, serve para reforçar o tampo devido à enorme pressão sofrida pelo instrumento na área ocupada pelo cavalete e por isso é mais alta nessa região.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A </span><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">alma</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> é uma peça de madeira cilíndrica que se encaixa (sem ser colada) entre o tampo e o fundo, cortada de modo a combinar exatamente com as suas superfícies internas, não devendo ser muito comprida, forçando o tampo, nem muito curta, caindo quando as cordas estiverem soltas. Os veios da alma devem ser perpendiculares aos do tampo para evitar danos ao mesmo. Sua grossura é normalmente de 10 a 12 mm., e deve permitir que passe através do efe direito, pois ela é apenas colocada (um pouco abaixo do pé direito do cavalete, eqüidistante da barra harmônica) depois do instrumento pronto, com o uso de uma ferramenta especial.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A barra harmônica e a alma são feitas de abeto ou pinho (a mesma madeira do tampo) e têm dupla função &#8211; acústica e estrutural.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O braço, assim como a voluta, são esculpidos de madeira maciça do mesmo tipo à do fundo e faixas, tendo aprox. 2/3 do comprimento do tampo, com a distância aproximada de 28,5 cm. da pestana até o corpo do violoncelo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A voluta abriga a caixa de cravelhas e termina esteticamente o violoncelo. É a assinatura do lutaio, pois seu entalhe é sempre muito pessoal. A caixa de cravelhas contém as 4 cravelhas onde serão presas as cordas. Entre o braço e o entalhe são perfurados, lateralmente, 4 orifícios e depois o lutaio escavará um vão, em sentido vertical, então formando a caixa.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/2.Artigo-Violoncello-violoncello-tocado.jpg" rel='lytebox[serie-instrumentos-de-orquestra-violoncello]'><img class="size-full wp-image-476  aligncenter" title="2.Artigo - Violoncello - violoncello tocado" src="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/2.Artigo-Violoncello-violoncello-tocado.jpg" alt="" width="226" height="282" /></a><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O acabamento é em verniz, que é feito em vários matizes de marrom, vermelho, laranja ou amarelo e que tanto pode ser à base de óleo (como usavam os antigos lutaios italianos), quanto à base de álcool (mais comum atualmente, por ter a propriedade de secar em menos tempo). No entanto, este último é mais quebradiço e menos flexível que o primeiro. 0 verniz italiano dos séculos XVII e XVIII sempre foi louvado, principalmente por sua beleza, transparência e brilho, aliados à maravilhosa profundidade da cor. A aplicação do verniz é precedida do lixamento da madeira com pedra-pomes e a aplicação de uma base feita de uma substância que teve sucesso na preservação de grandes instrumentos, mesmo quando o verniz já havia desaparecido. Esse processo resulta num acabamento forte e flexível, que protege o instrumento por muitos e muitos anos, além de permitir que vibre livremente, o que é de suma importância. Ainda hoje o procedimento é praticamente igual, mesmo quando o lutaio prefere usar um verniz à base de álcool. Um bom verniz não melhora um mau instrumento mas, certamente, um mau verniz pode arruinar um bom violoncelo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">As cravelhas são encaixadas cuidadosamente nos quatro orifícios anteriormente perfurados na voluta (caixa de cravelhas) e servem para prender as cordas e afiná-las. O espelho é colado no braço do violoncelo e sobre sua superfície o instrumentista pressionará as cordas. Ele geralmente tem 60,5 cm. de comprimento e tem um perfil curvo para que as cordas possam ser tocadas individualmente. O estandarte tem a finalidade de servir de suporte às cordas. É preso por uma peça resistente de tripa ou plástico, passando por cima da pestana (que a mantém isolada do tampo), e dá a volta em torno da base do espigão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Dependendo do tipo de corda, usam-se até quatro afinadores finos, feitos de metal, que são colocados no estandarte e, nesse caso, seguram as extremidades das cordas. O estandarte pode ser trocado por outro de metal, plástico ou ainda de madeira, que já contenha os afinadores embutidos. Também são usados eliminadores de tons-uivados, que são colocados na corda, entre o estandarte e a fixação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">As cravelhas, o espelho, as duas pestanas e o estandarte geralmente são feitos de madeira muito dura e densa; o ébano é a madeira mais usada. Entretanto, as cravelhas e o estandarte podem ser feitos, entre outras, de pau-rosa, jacarandá-da-Bahia ou buxo, madeiras de coloração avermelhada ou amarelada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O cavalete é feito de bordo e seus dois pés são apoiados na parte central do tampo, entre os effes. Sua curvatura, na parte superior, acompanha a do espelho e permite que cada corda possa ser tocada separadamente, ou duas a duas. Antigamente sua curvatura era menor, sempre acompanhando a do espelho e se podia tocar até três cordas de uma só vez. O cavalete é seguro apenas pela pressão exercida pelas cordas e tem a finalidade de transmitir as vibrações das cordas ao tampo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">As cordas são em número de 4 e têm o comprimento de aprox. 69 cm. da pestana até o cavalete. Antigamente elas eram feitas apenas de tripa, mas esse hábito mudou com a era tecnológica, e também por causa das mudanças de afinação desde então. Atualmente a afinação é mais alta do que na época de Haydn, quando o lá1 tinha 422 Hertz, com o lá1 atualmente variando de 440 a 444 Hertz (ciclos por segundo) em algumas orquestras. Em nossos dias, encontramos, entre outras, cordas feitas de tripa, perlon ou metal, enroladas em alumínio, aço, prata, etc. Se forem escolhidas cordas com o interior de tripa ou perlon (para as cordas mais graves), não há necessidade de afinadores, porém, se forem usadas cordas de metal, eles se fazem indispensáveis para facilitar a afinação. A maioria dos violoncelistas atuais dão preferência a estas últimas, pois seguram melhor a afinação e têm sonoridade mais potente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O espigão &#8211; Inicialmente o corpo do violoncelo era apoiado no chão e posteriormente era tocado como a viola da gamba, isto é, seguro pelos joelhos do artista que o apoiava nas panturrilhas. Os primeiros espigões surgiram no século XIX e eram feitos de madeira, sempre destacáveis; atualmente são de metal (destacáveis ou entrando no corpo do violoncelo), podendo ser retos (com o comprimento de até 50 cm.) ou com angulação. O espigão proporciona maior conforto ao artista, apoiando o violoncelo no chão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">CUIDADOS</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Se aplicam aqui os mesmos cuidados do Violino, que inclusive já falamos em um post anterior, podendo ser </span><a href="http://praisier.com/blog/serie-instrumentos-de-orquestra-violino/" target="_blank"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">visto aqui</span></a><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">PRINCIPAIS VIOLONCELISTAS</span></span></strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Pablo Casals (1876-1973)</span></li>
<li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Jacqueline Du Pré (1945-1987)</span></li>
<li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Maurice Gendron (1920-19xx)</span></li>
<li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Gregor Piatigorsky (1903-1976)</span></li>
<li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Antonio Janigro (1918-1989)</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">DOWNLOADS</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Gostou do instrumento e quer se aprofundar mais?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Seguem abaixo downloads de alguns arquivos que auxiliarão no aprendizado deste instrumento tão lindo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.4shared.com/document/ExkUtYmK/Metodo_Violoncello_-_Nelson_Ga.htm"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Método para Violoncello Nelson Gama Volume 1<br />
</span></a><a href="http://www.4shared.com/document/JsoEYNM7/Metodo_Violoncello_-_Nelson_Ga.htm"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Método para Violoncello Nelson Gama Volume 2<br />
</span></a><a href="http://www.4shared.com/document/si4wKHdy/Metodo_kummer_Violoncello.htm"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Método Kumer para Violoncello<br />
</span></a><a href="http://www.4shared.com/document/4j3MhSkb/Metodo_Gruetzmacher_Violoncell.htm"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Método Gruetzmacher par Violoncello<br />
</span></a><a href="http://www.4shared.com/document/79OY7mto/Dotzauer_-_Exercises_for_Violo.htm"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Livro de Exercícios para Violoncello<br />
</span></a><a href="http://www.4shared.com/file/XFM01avm/VIOLONCELO_-_MTODO_-_MP3_-_Suz.htm"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Método Suzuki para Violoncello – Volume 1<br />
</span></a><a href="http://www.4shared.com/file/OmLaHayh/VIOLONCELO_-_MTODO_-_MP3_-_Suz.htm"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Método Suzuki para Violoncello – Volume 2<br />
</span></a><a href="http://www.4shared.com/file/8AZKeeba/VIOLONCELO_-_MTODO_-_MP3_-_Suz.htm"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Método Suzuki para Violoncello – Volume 3<br />
</span></a><a href="http://www.4shared.com/file/fvRRmLcs/VIOLONCELO_-_MTODO_-_MP3_-_Suz.htm"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Método Suzuki para Violoncello – Volume 4</span></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">VÍDEOS</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Dd1Gm6BdtV0"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Meu Instrumento &#8211; Violoncelo &#8211; Trama/Radiola<br />
</span></a><a href="http://www.youtube.com/watch?v=IliwQImJrYE"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Final Countdown cello and orchestra<br />
</span></a><a href="http://www.youtube.com/watch?v=JxiQji0CGrA"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">1 cello, 4 players<br />
</span></a><a href="http://www.youtube.com/view_play_list?p=D7406E208F66FD76&amp;playnext=1&amp;v=S6yuR8efotI"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Bach &#8211; Cello Suite</span></a></p>
<p>
<p align="center">
<a target="_blank" href="http://br.groups.yahoo.com/group/louvoraorei/"><br />
<img border="0" src="http://img10.imageshack.us/img10/4937/loguinholouvoraorei.png" width="160" height="78"></a></p></p>
<img src="http://praisier.com/blog/?ak_action=api_record_view&id=473&type=feed" alt="" />
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		<title>A Respiração</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Aug 2010 00:59:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jailson Moura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, pessoal! No último post falamos sobre nossa voz e como ela é produzida. Espero que tenham gostado! Dando continuidade ao nosso estudo vamos falar um pouco sobre técnica vocal evidenciando um assunto muito importante: a respiração. Ela é fundamental na técnica vocal, pois é o ar de sua expiração que fará com que suas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Olá, pessoal! No último post falamos sobre nossa voz e como ela é produzida. Espero que tenham gostado! Dando continuidade ao nosso estudo vamos falar um pouco sobre técnica vocal evidenciando um assunto muito importante: a respiração.</span></span></strong></h2>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Ela é </span><a href="http://praisier.com/blog/##"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">fundamental</span></a><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> na técnica vocal, pois é o ar de sua expiração que fará com que suas cordas vocais trabalhem perfeitamente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Para compreender precisamos de algumas informações fisiológicas. Nossas cordas vocais são duas fibras musculares, formando um “V”, que ao comando cerebral de fala terão adução produzida por sua vibração, resultando na voz. Sem vibração e adução resultam no silêncio.  Essa adução e vibração serão feitas pela pressão de ar que passará pelas cordas vocais no momento da expiração.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Possuímos três tipos de respiração: Peitoral, Intercostal e Diafragmática. Para </span><a href="http://praisier.com/blog/##"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">cantores</span></a><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">apenas as duas últimas são usuais, pois a Peitoral possui uma rápida resposta de oxigenação / inspiração e pouco </span><a href="http://praisier.com/blog/##"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">trabalho</span></a><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> de expiração, sendo muito usada no esporte. Trabalharemos primeiro a diafragmática, em outra </span><a href="http://praisier.com/blog/##"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">oportunidade</span></a><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> vamos falar sobre a intercostal.</span></p>
<h3 style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Respiração Diafragmática</span></span></span></h3>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Diafragma – É o músculo que comanda o movimento de respiração. Sua forma é abaloada e fica situado abaixo e entre os pulmões. Ele se contrai quando inspiramos permitindo que os pulmões inflem, captando o oxigênio pelas vias nasais. Quando o diafragma volta à sua posição inicial – descontraído, relaxado – torna-se abaloado novamente, contraindo os pulmões e produzindo a expiração.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Para comandar nossa respiração precisamos controlar a velocidade com que o músculo se dilata.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Por ser um órgão interno, utilizamos o comando abdominal. Então, vamos lá!</span></p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">I – Inspirar lentamente pelo nariz direcionando o ar para a região do baixo-abdômen (abaixo do estômago) sem permitir a elevação peitoral, e expirar lentamente como se soprasse um canudo, relaxado, mantendo o abdômen para frente. Executar por 3 vezes .</span></h4>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">OBS: Daqui em diante, enquanto expirar, mantenha seu abdômen na frente, mas respeite seu organismo contraindo-o quando sentir necessidade.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">II – Inspire lentamente e solte seu ar por 5 tempos em “sss-sorriso” , como um “pneu esvaziando” ,executando este exercício com o som retilíneo e uniforme .</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">III- Faça o processo anterior modificando os tempos de expiração. Ex: Inspiração  -   Expiração</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Esse exercício é para trabalharmos o comando de expiração e apoio diafragmático. O apoio está em manter o abdômen para frente, gerando uma leve pressão na musculatura baixo-abdominal.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Vamos então praticar um pouco. Iniciaremos uma série de aulas de técnica vocal começando pela respiração, e agora vamos falar sobre aquecimento. Sempre que for ensaiar ou cantar algo dedique apenas 2 minutos antes de seu ensaio. Separei estas duas vocalizes bem simples e gostaria de fazer algumas observações antes.</span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Certifique-se de que você está com o corpo preparado para cantar. Faça os relaxamentos de praxe antes do exercício.</span></li>
<li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Não faça a vocalize sem uma referência melódica. O resultado é muito mais seguro e eficaz se o exercício for feito com a prática da percepção auditiva. Por esta razão, se você não tem um instrumento para tocar o exercício enquanto o faz, colocamos os áudios à disposição.</span></li>
<li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Vamos usar a impostação da voz quando fizermos as vocalizes, ok? Quem não souber a técnica da impostação não se preocupe e faça sem, pois em breve falarei sobre essa técnica.</span></li>
<li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Para estes exercícios mantenha um espaço bem aberto na parte de trás da língua (imagine um bocejo. Imaginou? Fez a expressão? Então é isso ai!) E lembre-se: nunca coloque força ao fazer os exercícios.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: center;"><a href="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/Exercicio-de-vocal5.jpg" rel='lytebox[a-respiracao-2]'><img class="size-full wp-image-463 aligncenter" title="Exercicio de vocal" src="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/Exercicio-de-vocal5.jpg" alt="" width="497" height="414" /></a><span style="font-size: small;"><span style="font-size: medium;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/Exercicios-de-Vocalizes2.mid">Clique aqui pra ouvir</a></span></strong></span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: medium;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/Exercicio-de-vocal23.jpg" rel='lytebox[a-respiracao-2]'><img class="aligncenter size-full wp-image-465" title="Exercicio de vocal2" src="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/Exercicio-de-vocal23.jpg" alt="" width="527" height="567" /></a><a href="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/Exercicios-de-Vocalizes-21.mid">Clique aqui pra ouvir</a></span></strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">C’est fini</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Então é isso. Mas semana que vem tem mais. Tchau!</span></p>
<p>
<p align="center">
<a target="_blank" href="http://br.groups.yahoo.com/group/louvoraorei/"><br />
<img border="0" src="http://img10.imageshack.us/img10/4937/loguinholouvoraorei.png" width="160" height="78"></a></p></p>
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		<title>Série Instrumentos de Orquestra: Violino</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2010 03:24:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ramon Fávero</dc:creator>
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		<description><![CDATA[APDSJ Amados, Hoje estou aqui para dar sequência à apresentação aos instrumentos de orquestra. E hoje vamos falar sobre o violino. Com certeza todos sabem o que é um violino e quão lindo é o seu som.  Hoje vamos conhecer um pouco de sua história e detalhes. Espero que gostem e se interessem pelos instrumentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">APDSJ Amados,</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Hoje estou aqui para dar sequência à apresentação aos instrumentos de orquestra. E hoje vamos falar sobre o violino. Com certeza todos sabem o que é um violino e quão lindo é o seu som.  Hoje vamos conhecer um pouco de sua história e detalhes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Espero que gostem e se interessem pelos instrumentos eruditos. Lembrando que apesar de ser majoritariamente utilizado em orquestra,  há bandas de rock que o utiliza usando distorções e etc.  O filme Na trilha da fama, estrelado pela atriz Hillary Duff, mostra uma violinista mandando ver no violino elétrico. Eu, particularmente, acho lindo, mas o violino erudito é muito bom também.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Bom, sem mais falatório, e segue abaixo o objetivo do post!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/2.Artigo-Violino-violino.jpg" rel='lytebox[serie-instrumentos-de-orquestra-violino]'><img class="aligncenter size-full wp-image-437" title="2.Artigo - Violino - violino" src="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/2.Artigo-Violino-violino.jpg" alt="" width="448" height="331" /></a><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">INTRODUÇÃO</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Instrumento de arco, com quatro cordas, o menor (e o de som mais agudo) dos membros da família do violino. A arte de fabricar violinos de primeira classe foi, por 200 anos, apanágio de três famílias de Cremona &#8211; os Amati, Guarnen e Stradivari (de que a latinização deu Stradivarius). Embora o violino propriamente dito tenha-se mantido inalterado por 400 anos (excetuando-se a utilização de cordas mais finas e de um cavalete mais alto no século XIX), a forma atual do arco só se consolidou no século XIX(1800). Originalmente convexo em relação ao violino, o arco é agora côncavo. O violino tem longa história na execução da música folclórica, que vem desde seus antecessores (como avielle).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">ALGUNS DADOS HISTÓRICOS</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O violino descende de antigos instrumentos orientais &#8211; o Nefer egípcio, o Ravanastron da India, o Rebab árabe, o R&#8217;Jenn Sien dos chineses e mesmo da antiga Lira dos gregos. Por volta do século X surgiram as primitivas violas: primeiro a Viéle de rota utilizada pelos peregrinos em Savoia; depois, progressivamente, a família das Violas que foram atravessando a Idade Média e a Renascença dando origem às Viole &#8220;da braccio&#8221; e as &#8220;da gamba&#8221;, conforme eram seguradas entre os braços e ombros ou entre os joelhos respectivamente. Mais tarde esses instrumentos foram adaptados às diversas necessidades de expressão e acústica, levando os fabricantes e os compositores a pesquisarem novas formas e modalidades de instrumentos. A partir da renascença, até o Século XVIII, a genialidade dos &#8220;luthiers&#8221;(fabricantes de alaúdes &#8211; luth &#8211; e por extensão aos demais instrumentos de corda) esteve intimamente associada à genialidade dos maiores compositores de suas épocas e às descobertas técnicas dos instrumentista na criação do violino, hoje considerado O Rei dos Instrumentos. A Viola d&#8217;Amore, por exemplo, foi utilizada por J.S.Bach na Paixão Segundo S. Mateus e o próprio Bach inventou a Viola Pomposa com 5 cordas para a qual compôs uma das 6 suites hoje executada no violoncelo. Gaspar Duiffopruggar, da Bavária, é considerado o primeiro fabricante de violinos, por volta de 1500, de acordo com a atual concepção que temos do instrumento. Em seguida surgiu, na Itália a Escola de Brescia, fundada por Girolamo Virchi(1548) e Pellegrino da Montichiari(1560). Ao mesmo tempo a construção de instrumentos de arco ia se transferindo para outra cidade italiana, Cremona, com a família Amati(1545), culminando no gênio de Antonio Stradivari(&#8220;Stradivarius&#8221; em latim) que viveu da última metade do Século XVII até os primeiros 40 anos do Século XVIII. Stradivarius e Guarnierius (Guarnieri del Gesú) legaram ao mundo os violinos mais perfeitos, tanto do ponto de vista acústico quanto no que se refere à beleza plástica. (formas, vernizes, decoração, etc.)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">NAIPE NA ORQUESTRA</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Logicamente, faz parte do naipe das cordas. Durante o século XVII, substituiu a viola soprano na música de câmara, e tornou-se o fundamento da orquestra. Na orquestra moderna, os violinos estão divididos em duas seções &#8211; primeiros e segundos violinos -, as quais se distinguem, em cena medida, pelo fato de os primeiros tocarem as partes mais agudas e os segundos, as mais graves. O repertório de música escrita para o violino é enorme, e cresceu ainda mais depois que Paganini revelou todas as suas possibilidades virtuosísticas. Inclui concertos de Bach, Vivaldi, Beethoven, Brahms, Tchaikovsky, Mendelssohn, Bruch, Berg e Paganini. Na orquestra, o líder do naipe de primeiros-violinos é chamado de spalla. Depois do maestro, ele é o comandante da orquestra. O spalla fica à esquerda do maestro, logo na primeira estante do naipe dos primeiros-violinos.</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span><a href="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/formação-da-orquestra.jpg" rel='lytebox[serie-instrumentos-de-orquestra-violino]'><img class="aligncenter size-full wp-image-436" title="formação-da-orquestra" src="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/formação-da-orquestra.jpg" alt="" width="560" height="420" /></a><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><br />
</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">EXTENSÃO MUSICAL</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A extensão do violino é do Sol2 (mais grave e a última corda solta), ao Sol6 (3 notas antes da mais aguda que se pode ouvir). Tem uma extensão de quatro oitavas, e suas cordas são afinadas em intervalos de quinta, sendo a mais grave afinada pelo sol abaixo do dó central (isto é, sol-ré-lá-mi).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">PRINCIPAIS RECURSOS/TÉCNICAS</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Pizzicato (beliscado)</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">: Os violinistas nem sempre usam o arco quando tocam. O pizzicato consiste em tocar as cordas com os dedos, dando pequenos puxões ou beliscadas. Raramente o pizzicato se estende pela melodia inteira, e quando se lê na partitura a palavra arco os executantes interrompem o pizzicato e voltam a usar o arco.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Vibrato (vibrado):</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> Uma das importantes técnicas de instrumentos de cordas. Existem 3 tipos de vibrato: o de dedo, o de punho e o de braço. Consiste em fazer o som vibrar, formando uma flutuação mínima na afinação da nota, para cima e para baixo. O vibrato de dedo é para passagens mais rápidas. O de punho é o mais comum, e o de braço é para expressar com certa força, paixão, drama um trecho. É usado sobretudo em notas longas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Corda dupla:</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> Significa tocar, ao mesmo tempo, em duas, três cordas ou até mesmo quatro cordas, e consequentemente duas, três ou quatro notas (sob a forma de acordes), de uma só vez. É possível tocar três ou quatro cordas simultaneamente, sob a forma de acordes, porém pode-se sustentar apenas duas adjacentes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Harmónico ou Flautado:</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> Notas suaves produzidas pelo toque muito leve com a polpa dos dedos em pontos estratégicos sobre a corda. Assemelham-se às notas da flauta e são usadas com mais frequência na música moderna.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Glissando (deslizando):</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> O violinista escorrega o dedo sobre a corda, tocando todas as notas dentro do intervalo tocado, o que permite que todos os sons interpostos sejam ouvidos. Os glissandi aparecem quase exclusivamente nas músicas do século XX.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Sul ponticello (sobre o cavalete):</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> Indica que o violinista deve passar o arco próximo ao cavalete, o que origina um som de timbre brilhante e estridente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Sul tasto (sobre o espelho):</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> Indica que o violinista deve tanger o arco próximo ao espelho, o que origina um timbre velado e mais suave.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">FABRICAÇÃO (MATERIAIS)</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Como outros instrumentos de cordas, os violinos são construídos por luthiers. A luthieria ou liuteria é uma profissão artística que engloba a produção artesanal de instrumentos musicais de corda com caixa de ressonância. Tais palavras tiveram origem da construção do alaúde, que em italiano se chama liuto; portanto, liutaio significa aquele que faz alaúdes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Tradicionalmente são instrumentos puramente acústicos, cujo som é amplificado naturalmente pela caixa de ressonância de madeira. No entanto, existem instrumentos amplificados eletronicamente, através de captadores ou microfones. Assim como as guitarras eléctricas, os violinos electrificados não necessitam de caixa de ressonância. Alguns possuem corpo maciço e outros nem possuem corpo, mas apenas molduras para a sustentação das cordas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">CUIDADOS</span></span></strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Mantenha o violino afastado do Sol, pois o calor pode fazer a madeira rachar ou descolar.</span></li>
<li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Passar regularmente uma flanela no violino, pois a poeira além de desgastar o violino, diminui o tempo de duração das cordas.</span></li>
<li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Limpar as mãos antes de manusear o violino</span></li>
<li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Passar sempre que necessário a resina nas cerdas do arco, se tocar.</span></li>
<li><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Afrouxar as cerdas do arco antes de guardar o instrumento, recorrendo ao parafuso-sem-fim. Este ponto é de grande importância dado que a vara do arco (parte da madeira) tem uma curvatura ideal para produzir o som, quando a tensão das cerdas se mantém exagerada por longos períodos de tempo, esta curvatura tende a desaparecer e o arco fica então inutilizado.</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">PRINCIPAIS VIOLINISTAS</span></span></strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Jascha Heifetz </span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">(1901 &#8211; 1987) – nasceu em      Vilnius, capital da Lituânia em 02 de fevereiro de 1901. É considerado por      muitos o melhor violinista do século XX.<br />
</span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Sobre: http://www.classicalnotes.net/columns/heifetz.html</span></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">David Fjodorowitsch Oistrach </span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">(1908 &#8211; 1974) – nasceu em      Odessa, na Ucrânia. Considerado um dos maiores violinistas do século XX.<br />
</span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Sobre: http://www.andromeda.at/mus/oist/bio_e.html</span></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Fritz Kreisler</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> (1875 &#8211; 1962) – nascido em      Viena, violinista e compositor, foi um dos mais famosos de seu tempo.<br />
</span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Sobre: http://en.wikipedia.org/wiki/Fritz_Kreisler</span></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Itzhak Perlman</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> – nascido em Tel Aviv,      Israel, em 1945. É considerado um dos melhores violinistas de sua geração.      Domina uma impressionante técnica musical.<br />
</span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Sobre: http://www.geocities.com/BourbonStreet/2571/perlman.html</span></li>
</ul>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Leonid Borisovitch      Kogan</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> (1924-1982)      http://www.users.globalnet.co.uk/~leonid/kogan_tribute.htm</span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">DOWNLOADS</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Gostou do instrumento e quer se aprofundar mais?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Seguem abaixo downloads de alguns arquivos que auxiliarão no aprendizado deste instrumento tão lindo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://www.4shared.com/document/MY6M_axp/Metodo_Para_Violino_-_Schmoll_.htm">Método para violino – Schmoll<br />
</a></span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://www.4shared.com/document/akQ9dZZV/DIGITAO_VIOLINO.htm">Digitação no violino<br />
</a></span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://www.4shared.com/file/o9hVOHOz/Mtodos_para_violino.htm">Métodos para violino<br />
</a></span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://www.4shared.com/document/fFXYm6pJ/metodo_de_violino_-_corrette.htm">Método de Violino &#8211; Corrette<br />
</a></span><a href="http://www.4shared.com/document/vH8f1jIC/ESTUDO_DE_ARCO_PARA_VIOLINO_-_.htm"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Estudo de arco para violino</span></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">VÍDEOS</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=XmWueaBFwNE&amp;feature=fvst">O violino através do tempo<br />
</a></span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=JyDjC3M18oQ">O encanto dos violinos Stradivarius – Jornal da Globo<br />
</a></span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=ce9WNw2qAvk">Meu instrumento: Violino – Trama/Radiola<br />
</a></span><a href="http://www.youtube.com/watch?v=bUzNcx7PrjU"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Fera no violino</span></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Créditos: Wikipedia, </span><a href="http://violinobrasil.forumfacil.net/"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">ViolinoBrasil</span></a><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">, </span><a href="http://www.csr.com.br/historia_violino.htm"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">CSR.com</span></a><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">, </span><a href="http://www.atelierlabussiere.com/historia.htm"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Atelier LaBussiere,</span></a><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> YouTube, 4shared e Google ;)</span></p>
<p>
<p align="center">
<a target="_blank" href="http://br.groups.yahoo.com/group/louvoraorei/"><br />
<img border="0" src="http://img10.imageshack.us/img10/4937/loguinholouvoraorei.png" width="160" height="78"></a></p></p>
<img src="http://praisier.com/blog/?ak_action=api_record_view&id=435&type=feed" alt="" />
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		<title>Como a voz é produzida?</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 16:32:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jailson Moura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[cordas vocais]]></category>
		<category><![CDATA[pregas vocais]]></category>
		<category><![CDATA[ressonância]]></category>
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		<description><![CDATA[Pessoal, estou de volta com mais um assunto super interessante. Vamos falar do assunto “Como a voz é produzida”. É bastante proveitoso saber como funciona nosso aparelho fonador, porque vai nos ajudar a usar melhor a voz. Bom, o processo da emissão da voz é relativamente simples, mas é importante a gente entender que para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-429"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Pessoal, estou de volta com mais um assunto super interessante. Vamos falar do assunto “Como a voz é produzida”. É bastante proveitoso saber como funciona nosso aparelho fonador, porque vai nos ajudar a usar melhor a voz.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Bom, o processo da emissão da voz é relativamente simples, mas é importante a gente entender que para produzirmos a voz temos que usar alguns órgãos emprestados de outros sistemas do nosso corpo como o sistema respiratório e sistema digestivo. No topo da traqueia encontramos um conjunto de cartilagens, formando assim o corpo da “laringe”, e encontramos também duas pregas de musculatura que fazem o processo de abre-e-fecha e </span><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">vibram</span></span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> quando ocorre o fechamento. Simplificando, o processo é assim: respiramos, esse ar vai pros pulmões; quando ele volta encontra as pregas vocais fechadas; quando o ar passa ocorre a vibração e então o som é produzido, ou seja, falamos!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Então o som é gerado na laringe (nas nossas cordas vocais), mas, para de fato falarmos, esse ar é transformado dentro das nossas caixas de </span><em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">ressonância</span></em><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> que é a nossa boca,</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Pessoal, ainda tem o movimento da língua ou dos lábios; dependendo do som ou da palavra ocorre a mudança de silaba, de forma que se usar os lábios emite-se um som, e caso se use a língua emitirá um som diferente. Deu pra entender? Vamos dar um exemplo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Fale PA, PA, PA. Com os lábios eu vou formar um PA, mas se feito com a língua na ponta dos dentes eu vou ouvir TA TA TA, ou seja, muda a silaba e nesse conjunto de silabas forma-se então as palavras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Vamos revisar! Dependemos da respiração. O ar que foi para o pulmão na volta vai encontrar as pregas, sendo transformado em som. Com essa transformação as palavras são emitidas, pelo movimento correto da língua, bochecha, dos lábios, dos dentes. Quanta coisa, não é? Pois então, envolve uma série de órgãos e de estruturas. Tudo tem que estar bem estruturado e funcionando de uma maneira harmoniosa. Quando isso não acontece podem ocorrer distúrbios como não falar muito bem ou o som ser emitido meio esquisito ou distorcido. Muitas vezes pode ocorrer algum problema no trajeto, algum ponto pode não estar funcionando muito bem, então é necessário um ajuste. Claro, procure um apoio de um fonoaudiólogo.</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-430" title="passagemdear" src="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/08/passagemdear-291x300.jpg" alt="" width="291" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Hoje você aprendeu então como é que falamos. É muito bacana saber disso, porque vai nos auxiliar a termos um bom uso da nossa voz. Veja abaixo um vídeo que mostra as pregas vocais:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">E quero dar uma dica: a hidratação é o fator de maior importância para o bom desempenho vocal. Suas bordas e pregas vocais não conseguem um bom desempenho se não estiverem hidratadas, lubrificadas. O primeiro sintoma é o ressecamento dessa musculatura e o aparecimento do &#8220;pigarro&#8221; (congestão da mucosa laríngea). A prevenção é muito simples e barata: de dois a três litros de água por dia. Não podem ser aceitas as justificativas das pessoas que dizem não sentir necessidade de água. A ingestão constante de água deve ser UMA OBRIGAÇÃO, principalmente quando o profissional da voz estiver trabalhando (a garrafa de água tem que estar junto dele por todo o tempo).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O teste que pode ser realizado para averiguar o nível de hidratação do organismo é mais barato ainda! Trata-se de um autoexame que consiste em observar a coloração de sua urina: caso ela se apresente amarelada (turva) é hora de beber muita água até que, em futuras observações, a urina apresente-se translúcida, bem clara. A partir daí, faça dessa observação um hábito, a fim de que o quadro não volte a se repetir.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">C’est fini</span></strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><strong> </strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Galera, quero falar um pouco sobre o gelo. A temperatura orgânica varia de 36ºC a 36,5ºC, logo o gelo é, em todas as formas em que se apresente, prejudicial para o organismo e, extensivamente, para a garganta, mormente quando em atividade vocal. Esteja alerta! Não deixe de se policiar!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Então é isso. Mas semana que vem tem mais. Tchau!</span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></p>
<p><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span>
<p align="center">
<a target="_blank" href="http://br.groups.yahoo.com/group/louvoraorei/"><br />
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	Tags: <a href="http://praisier.com/blog/tag/cordas-vocais/" title="cordas vocais" rel="tag">cordas vocais</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/pregas-vocais/" title="pregas vocais" rel="tag">pregas vocais</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/ressonancia/" title="ressonância" rel="tag">ressonância</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/som/" title="som" rel="tag">som</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/voz/" title="voz" rel="tag">voz</a><br />

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		<title>Livro: A música em minha bíblia</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 05:36:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ramon Fávero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Igreja]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Série: Livros Temáticos]]></category>
		<category><![CDATA[bÃ­blica]]></category>
		<category><![CDATA[Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Helen G. Grauman]]></category>
		<category><![CDATA[mÃºsica]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, pessoal! Eis-me aqui novamente, e hoje inicio outra série de posts sobre e-books interessantes. Em sua maioria terão cunho musical ou evangélico, e tenho certeza que todos serão  muito úteis para os músicos e para os irmãos em Cristo. Pois bem, segue abaixo um e-book totalmente especial, que reúne música e conhecimento bíblico. Este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Olá, pessoal!</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Eis-me aqui novamente, e hoje inicio outra série de posts sobre e-books interessantes.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Em sua maioria terão cunho musical ou evangélico, e tenho certeza que todos serão  muito úteis para os músicos e para os irmãos em Cristo.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Pois bem, segue abaixo um e-book totalmente especial, que reúne música e conhecimento bíblico.</span></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.scribd.com/doc/5171175/Musica-em-Minha-Biblia"><img class="size-full wp-image-421  aligncenter" title="Livro: A música em minha bíblia" src="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/07/capa-amusicaemminhabiblia.jpg" alt="Livro: A música em minha bíblia" width="251" height="407" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Este livro é um profundo estudo da música nos tempos bíblicos: como era executada, os instrumentos musicais da época, como ela possivelmente soava, com que espírito era cantada ou tocada. Extremamente necessário para todo o estudioso da música bíblica.<br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: small;"> </span></span></p>
<div id="_mcePaste" style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Em 1968 a Casa Publicadora Brasileira traduziu e publicou o excelente livro “Música na Minha Bíblia”, de autoria de Helen G. Grauman. Porém, após o esgotamento da edição, não foram feitas novas reimpressões e, até onde se sabe, não há planos para uma reedição.</span></span></div>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><br />
</span></span></div>
<div id="_mcePaste" style="text-align: left;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Por muitos anos este livro tem sido uma das melhores fontes de pesquisa no idioma Português acerca do assunto da música nos tempos bíblicos.</span></span></div>
<div style="text-align: left;"></div>
<div style="text-align: center;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a title="A música em minha bíblia" href="http://www.scribd.com/doc/5171175/Musica-em-Minha-Biblia" target="_blank"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-family: impact, chicago;">CLIQUE AQUI PARA BAIXAR</span></span></span></span></a></span></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Abraços, e a paz do Senhor!</span></span></span></p>
<p>
<p align="center">
<a target="_blank" href="http://br.groups.yahoo.com/group/louvoraorei/"><br />
<img border="0" src="http://img10.imageshack.us/img10/4937/loguinholouvoraorei.png" width="160" height="78"></a></p></p>
<img src="http://praisier.com/blog/?ak_action=api_record_view&id=417&type=feed" alt="" />
	Tags: <a href="http://praisier.com/blog/tag/ba%c2%adblica/" title="bÃ­blica" rel="tag">bÃ­blica</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/cristo/" title="Cristo" rel="tag">Cristo</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/helen-g-grauman/" title="Helen G. Grauman" rel="tag">Helen G. Grauman</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/livro/" title="Livro" rel="tag">Livro</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/ma%c2%basica/" title="mÃºsica" rel="tag">mÃºsica</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/musica/" title="Música" rel="tag">Música</a><br />

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		<title>Série Instrumentos de Orquestra: Flauta Transversal</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 04:16:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ramon Fávero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Série Instrumentos de Orquestra]]></category>
		<category><![CDATA[altamiro carrilho]]></category>
		<category><![CDATA[Flauta]]></category>
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		<category><![CDATA[instrumentos populares]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[ORQUESTRA]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá pessoal, Gostaria de apresentar a vocês o novo editor do blog, chamado Jailson Moura, que trará conteúdo principalmente referente à música. É um rapaz novo, mas que sabe muito sobre música, e com certeza terá um futuro brilhante! Logo, logo vocês vão poder curtir um artigo dele, e aí vão poder se deliciar num [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Olá pessoal,</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-weight: normal;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Gostaria de apresentar a vocês o novo editor do blog, chamado Jailson Moura, que trará conteúdo principalmente referente à música. É um rapaz novo, mas que sabe muito sobre música, e com certeza terá um futuro brilhante! Logo, logo vocês vão poder curtir um artigo dele, e aí vão poder se deliciar num conhecimento musical passado de forma gostosa, informal, sem ser aquela coisa cansativa. Curiosidades serão sempre bem-vindas, e notícias da atualidade também. Aproveitem também para tirar dúvidas sobre teoria músical e canto.</span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-weight: normal;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Além disso, estou iniciando uma série de posts nos quais falarei sobre os instrumentos da orquestra, e posteriormente sobre instrumentos populares. Não poderia deixar de  começar pelo instrumento que tanto amo, que é a flauta transversal. O objetivo dessa série de posts é levar o leitor a se interessar pela história do instrumento , bem como suas particularidades. Atualmente, há muitos instrumentistas que tocam divinamente bem, mas sequer sabem a origem do instrumento que tocam. Então, vimos com essa proposta, de contextualizar cada instrumento, mostrando sua origem, e principáis técnicas. Uma coisa legal é que em todos os posts teremos downloads com métodos de estudo referente a cada instrumento, facilitando o leitor para o aprendizado do instrumento. Então, deliciem-se com o conteúdo abaixo!</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/07/flauta.jpg" rel='lytebox[serie-instrumentos-de-orquestra-flauta-transversal]'><img class="aligncenter size-full wp-image-403" src="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/07/flauta.jpg" alt="" width="350" height="214" /></a><br />
</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><br />
</span></span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">INTRODUÇÃO</span></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A flauta existe desde a Idade da Pedra, sendo dos instrumentos mais antigos usados pelo Homem. Além disso, encontra-se em praticamente todas as culturas. Assim, torna-se impossível traçar a história, ainda que resumida, da flauta nas suas múltiplas formas, pelo que nós iremos restringir à evolução recente da flauta transversa.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">ALGUNS DADOS HISTÓRICOS</span></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A flauta transversa, à semelhança de muitos outros instrumentos, chegou à Europa no tempo do Império Bizantino.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Segundo David Munrow a flauta transversa pode ser encarada como a racionalização do princípio da flauta de Pã (ou siringe), sendo a sua expansão mais ou menos paralela ao declínio desta.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Durante a Idade Média a flauta transversa foi usada sobretudo como instrumento militar na Suiça e na Alemanha. Daí se expandiu para outros países sob o nome flûte allemande e Schweizerpfeife.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">FLAUTA RENASCENTISTA</span></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A flauta renascentista tinha tubo cilíndrico, com 6 orifícios para os dedos e 1 orifício circular muito pequeno (à volta de 6 ou 7 mm) como embocadura. Feita de uma única peça, tinha o grande inconveniente de não poder ser afinada.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Várias fontes indicam que o consort de flautas era constituído por três modelos, afinados a intervalos de quinta: soprano (em Lá), tenor (em Ré) e baixo (em Sol), todos com a extensão de duas oitavas. O baixo era por vezes feito em duas partes.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Todos os tamanhos eram feitos de buxo, material preferido na época para todas as madeiras, por ter as fibras muito juntas e uma massa específica muito elevada, permitindo ainda um excelente trabalho de torno. Ocasionalmente, o modelo soprano era também feito em vidro. Ainda no século XIX dois construtores franceses eram conhecidos pelas suas flautas e flautins em cristal!</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A FLAUTA BARROCA</span></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A partir de 1650 dão-se modificações muito importantes: a flauta passa a ser feita em 3 partes, introduzindo-se um novo orifício que é agora tapado por uma chave, controlada pelo dedo mínimo da mão direita. Segundo Johann Joachim Quantz estas inovações foram de origem francesa.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Por volta de 1680, provavelmente por ação da família Hotteterre (família francesa de construtores de instrumentos de sopro e sanfonas), o perfil do tubo é alterado: a cabeça permanece cilíndrica, mas as outras duas partes passam a ser cónicas invertidas (com um ligeiro alargamento na parte final). Este perfil apresentava diversas vantagens:</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">- O som produzido era mais doce.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">- A quantidade de ar necessária era menor.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">- A afinação, sobretudo no extremo agudo, era mais fácil.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">- O tubo não tinha de ser tão longo e, por isso, os orifícios podiam estar mais próximos, ficando os dedos numa posição mais cômoda.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Esta flauta era por vezes feita em marfim, mas o normal era ser em buxo com anéis de marfim. Manteve-se em uso durante mais de um século, embora se passasse a fazer em 4 partes, com o corpo médio dividido em 2, o que permitia ao construtor determinar com muito mais rigor a forma interna do tubo.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Relativamente ao século XVII não existe documentação suficiente para poder afirmar quem foram os responsáveis pelas modificações apontadas. No entanto, sabe-se que tiveram origem num círculo de construtores parisienses ligados à corte de Luís XIV e liderados por Jacques Hotteterre.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Em 1707 Jacques Hottetere publica em Paris a obra Principes de la Flûte Traversière, na qual ilustra a flauta transversa em 3 secções.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">No início do século XVIII o diapasão era extremamente variável, por vezes até de localidade para localidade. Por isso usava-se na flauta transversa um sistema de corps de rechange – conjuntos de corpos alternativos, afinados a diapasões ligeiramente diferentes, que substituíam a parte da flauta imediatamente a seguir à embocadura.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Em 1752 aparece o célebre Versuch einer Anweisung die Flöte Traversiere zu spielen (“Ensaio sobre um Método para Tocar a Flauta Transversa”) de Johann Joachim Quantz (importante compositor e flautista), obra fundamental para o conhecimento não só da história da flauta na primeira metade do século XVIII como também da estética e da prática musical da época, em geral. Quantz atribui a si próprio a invenção de uma junta deslizante que, variando o comprimento da flauta, permitia a afinação em diferentes diapasões, substituindo o complicado sistema de corps de rechange.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A APLICAÇÃO DE NOVAS CHAVES</span></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Praticamente toda a música para a flauta transversa escrita durante o século XVIII, como é o caso dos concertos de Mozart (1778) era executada na flauta de uma chave, de excelente sonoridade, mas criando dificuldades nas dedilhações e afinação em certas tonalidades.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Estes problemas levaram ao aparecimento de 3 novas chaves: para o Fá natural (que era sempre muito alto), o Sol sustenido e o Si bemol. Surge assim a flauta de 4 chaves. Simultaneamente aumenta-se o comprimento do tubo e juntam-se 2 novas chaves para obter o Dó sustenido e o Dó graves. Esta inovação só se deve ter vulgarizado a partir de 1770 aproximadamente, sendo atacada por músicos como Quantz (para quem ela arruinava o som da flauta). Mozart utiliza estas duas notas em algumas peças.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Assim surge a flauta de 6 chaves, que tem já uma considerável liberdade de modulação e permite tocar em qualquer tonalidade, apresentando menos problemas de afinação que os modelos anteriores.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A FLAUTA BOEHM</span></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">No início do século XIX surgem grandes virtuosos da flauta, cujos concertos tinham grande sucesso, dando a este instrumento grande popularidade: é o caso de Drouet, Furstenau, Nicholson e Tulou.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Segundo Anthony Baines, Charles Nicholson (m. 1837) foi o maior flautista que a Inglaterra jamais conheceu. Em Londres, no período entre 1820 e 1830, Nicholson tentou melhorar e corrigir a flauta fazendo orifícios maiores; em 1831 Theobald Boehm (construtor de flautas alemão e flautista profissional) ouviu-o tocar nessa flauta, ficando impressionado com a sua sonoridade.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A partir daqui Boehm repensou completamente a flauta em todos os seus aspectos: perfil do tubo, número, colocação e tamanho dos orifícios, etc.. Ao fim de um ano de longas experiências, surge então a flauta Boehm, em que:</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">- Os orifícios são tão largos quanto possível.<br />
</span></span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">- Os orifícios são praticados nos locais acusticamente corretos, independentemente de ser ou não possível a mão humana atingi-los.<br />
</span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">- Há um complexo sistema de chaves para tapar todos os orifícios através do qual a ação de um só dedo pode fazer com que sejam tapados vários orifícios.<br />
</span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">- Uns orifícios são controlados por chaves em forma de anel (diretamente tapadas pelo dedo), outros são completamente vedados por uma sapatilha, mas quando o executante não atua sobre elas todas as chaves estão abertas (exceto a de Sol #).<br />
</span><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">- O tubo é em metal (embora mais tarde se volte por vezes a usar a madeira), o que aumenta a sonoridade e a torna mais “clara”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A nova flauta foi apresentada à Academia das Ciências em 1837, tendo obtido um relatório muito favorável e sendo adotada logo a partir de 1838 por J.-B. Coche, professor no Conservatório de Paris.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Os primeiros modelos de Boehm são ainda ligeiramente cónicos, mas em 1847 ele apresentou o seu modelo de perfil cilíndrico, dando à cabeça uma forma de curva parabólica muito suave.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O êxito desta flauta foi enorme, tendo suplantado todos os outros sistemas. Foi também adotado ou inspirou alterações na mecânica das outras madeiras.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Hoje, em qualquer parte do mundo, a flauta que se usa é a flauta Boehm, quer seja feita de madeira quer de metal.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">NAIPE NA ORQUESTRA</span></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Apesar de atualmente ser fabricada em metal, </span></span><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">originalmente</span></span></span><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">, era feita de madeira, daí a sua classificação no naipe das madeiras. Como se vê no esquema abaixo, a flauta transversal fica no centro da orquestra, juntamente com as demais madeiras (corne-inglês, oboé, flautim, clarinete-baixo, clarinete, fagotes e contra fagotes).</span></span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/07/formação-da-orquestra.jpg" rel='lytebox[serie-instrumentos-de-orquestra-flauta-transversal]'><img class="aligncenter size-full wp-image-404" src="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/07/formação-da-orquestra.jpg" alt="" width="600" height="450" /></a><br />
</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">EXTENSÃO MUSICAL</span></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A sua extensão é de 3 oitavas, indo do Dó4 ao Dó7. Todavia, flautistas experientes conseguem atingir até o Dó8. Além disso, as flautas modernas podem emitir o Si3.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">PRINCIPAIS RECURSOS/TÉCNICAS</span></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">É grande o leque de recursos disponíveis para a flauta transversal. Seguem abaixo:</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Vibrato</span></span></strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> &#8211; introduzido pela escola francesa, é feito a partir do diafragma, semelhantemente ao vibrato vocal. Existe também a possibilidade de realizar o vibrato utilizando-se das chaves em forma de anel presentes em algumas flautas. O abuso do vibrato por parte de flautistas leva a interpretações erradas, tocando em vibrato passagens que deveriam soar limpas e serenas.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Glissando</span></span></strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> &#8211; consiste em &#8220;deslizar&#8221; entre as notas, seja por meio das chaves ou por alterações na embocadura.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Harmônicos</span></span></strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> &#8211; feito ao mudar a embocadura e a direção da coluna de ar, obtendo uma nota diferente da que seria a da digitação fundamental. O timbre é mais doce e etéreo do que o da nota &#8220;real&#8221;.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Beatboxing</span></span></strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> &#8211; Consiste em tocar uma melodia realizando o beatboxing ao mesmo tempo. Técnica moderna que se tornou famosa recentemente, ao ser executada pelo artista Greg Pattillo.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Multifonia</span></span></strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> &#8211; consiste em solfejar e tocar ao mesmo tempo, o resultado é um som cortante e agressivo. (técnica mais moderna)</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Frullato</span></span></strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> &#8211; pronuncia-se a letra &#8220;R&#8221; (sem voz) enquanto toca, dando à nota uma intermitência. (técnica também conhecida por Fluterzung e sempre foi característica própria deste instrumento, mas seu uso se tornou mais evidente em épocas mais atuais)</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Polifonia ou Nota dupla</span></span></strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> &#8211; através de pesquisa foram descobertos alguns intervalos de notas possíveis de se emitir na flauta usando digitação especial e de um sopro mais &#8220;difuso&#8221;, de forma a permanecer entre dois sons harmônicos. (técnica moderna)</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Trinados, trêmolos, mordentes, staccatos, legatos e outros compõem uma lista vasta de ornamentos e expressões muito comuns na execução da Flauta.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">FABRICAÇÃO (MATERIAIS)</span></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O instrumento era feito originalmente de madeira, passando-se posteriormente a fabricá-lo em prata ou outro metal, que confere uma maior intensidade do som, melhor afinação, mais facilidade de uso das chaves</span></span><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">. Ainda há orquestras na Alemanha</span></span><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> que utilizam flautas de madeira, justificando-se pela beleza t</span></span><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">imbrística</span></span><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> inigualável.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">A classificação nos diz que a flauta pertence às Madeiras, embora a sua construção seja geralmente feita de metal. A classificação, no entanto, não se embasa na construção, mas na natureza dos timbres. As Madeiras caracterizam pela diversidade de timbres e pela delicadeza destes.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Na fabricação da flauta, atualmente existem flautas feitas em Níquel e banhadas em prata, outras já são feitas em prata e algumas são feitas de ouro. Existem algumas marcas como a </span></span><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Muramatsu</span></span></span><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">, </span></span><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Yamaha</span></span></span><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">, </span></span><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Haynes</span></span></span><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">, </span></span><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Sankyo</span></span></span><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> que constroem Flautas de Platina. Muito se discute a questão do tipo de metal e as consequências que ele acarreta no som. Sabe-se que as Flautas de Ouro possuem um timbre &#8220;mais definido&#8221; enquanto as de Prata possuem o possuem &#8220;mais fluido e aberto&#8221;.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Uma flauta é um tubo aproximadamente cilíndrico dividido em três partes principais: Bocal ou Cabeça, Corpo e Pé.</span></span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O bocal possui um orifício com as bordas em formato adequado para que o instrumentista apoie comodamente o lábio inferior (porta-lábio). Numa extremidade, há uma peça móvel formada cortiça com um ressonador de metal, movendo-se, ajusta-se a afinação da flauta (geralmente as flautas vêm com um bastão indicando a distância correta do ressonador ao centro do orifício. Na outra extremidade, encaixa-se o corpo. O tamanho e forma do orifício pode alterar radicalmente todo o funcionamento e execução.</span></span></li>
<li><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O corpo possui diversas perfurações e um sistema complexo de chaves, atualmente usa-se o sistema de Boehm, e outros mecanismos adicionais como rolamentos para o dedo mínimo na chave fundamental de Dó e o Mi Mecânico que auxilia a emissão desta nota em oitavas agudas, além de outros.</span></span></li>
<li><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O pé é uma extensão do corpo, possuindo três ou quatro chaves. Termina geralmente na chave de Dó, mas há flautas que se estendem até o Si2.</span></span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">CUIDADOS</span></span></span></strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Limpar sempre com flanela, por dentro e por fora, guardando-a sempre seca.</span></span></li>
<li><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Ter cuidado com o bocal.</span></span></li>
<li><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Ter leveza nos dedos ao acionar as chaves.</span></span></li>
<li><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Guardar sempre a flauta no estojo e na bolsa.</span></span></li>
<li><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Encaixar delicadamente as partes da Flauta.</span></span></li>
<li><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Higienizar a boca e as mãos antes de tocar.</span></span></li>
<li><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Tocar sempre com a postura correta.</span></span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">PRINCIPAIS FLAUTISTAS</span></span></span></strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Altamiro Carrilho</span></span></li>
<li><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Hermeto Pascoal</span></span></li>
<li><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">James Galway</span></span></li>
<li><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Jean-Pierre Rampal</span></span></li>
<li><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Patápio Silva</span></span></li>
<li><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Pinxiguinha</span></span></li>
<li><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Emanuel Pahud</span></span></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">DOWNLOADS</span></span></span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Gostou do instrumento e quer se aprofundar mais?</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Seguem abaixo downloads para alguns métodos de ensino para flauta transversal. São métodos muito bons que com certeza te ajudarão a aprender um pouquinho mais sobre este instrumento tão lindo. Além disso, se você quer conhecer mais sobre a história da flauta, logo abaixo tem um artigo muito bom, explicando nos mínimos detalhes a história deste instrumento que possui timbre tão sereno.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://www.4shared.com/dir/8618481/b9a894e4/Flauta_transversal.html">Disco Virtual com Estudos Diversos para Flauta Transversal<br />
</a></span></span><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://www.4shared.com/document/368om4Vc/Mtodo_de_Flauta_Transversal_pa.htm">Método Escuchar, ler y tocar (Em espanhol)<br />
</a></span></span><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"><a href="http://www.4shared.com/file/BjyfeWha/FLAUTA_-_MTODO_-_Suzuki_-_Volu.htm">Método Suzuki<br />
</a></span></span><a href="http://www.4shared.com/document/V85_Ni0i/Curso_Peter_Wastall_-_Aprende_.htm"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Método Aprende tocando la flauta travesera (Em espanhol)</span></span></a><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">*<br />
</span></span><a href="https://docs.google.com/fileview?id=1kttcdEJnM-uUKqQR7QLTy63sn5Y7BcWD2VCDf7Or9rz8lZqErPtbfZVFQLw6&amp;hl=pt_BR"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Artigo sobre História da Flauta</span></span></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">*Este é o método que utilizo em meus estudos.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"> </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">VÍDEOS</span></span></span></strong></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=n2lfV8ETIrQ"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Embocadura por James Galway (Legendado)</span></span></a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=F3B-hpbtShw"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: small;">Apresentação da Flauta Transversal</span></span></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: small;"><strong> </strong></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: small;">Créditos: Wikipedia, YouTube, 4shared e Google ;)</span></p>
<p>
<p align="center">
<a target="_blank" href="http://br.groups.yahoo.com/group/louvoraorei/"><br />
<img border="0" src="http://img10.imageshack.us/img10/4937/loguinholouvoraorei.png" width="160" height="78"></a></p></p>
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	Tags: <a href="http://praisier.com/blog/tag/altamiro-carrilho/" title="altamiro carrilho" rel="tag">altamiro carrilho</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/flauta/" title="Flauta" rel="tag">Flauta</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/flauta-transversa/" title="flauta transversa" rel="tag">flauta transversa</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/flauta-transversal/" title="flauta transversal" rel="tag">flauta transversal</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/instrumentos-populares/" title="instrumentos populares" rel="tag">instrumentos populares</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/musica/" title="Música" rel="tag">Música</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/naipe/" title="NAIPE" rel="tag">NAIPE</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/orquestra/" title="ORQUESTRA" rel="tag">ORQUESTRA</a>, <a href="http://praisier.com/blog/tag/youtube/" title="youtube" rel="tag">youtube</a><br />

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		<title>Como surgiu a música?</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 03:48:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jailson Moura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[É com muita felicidade que estou estreando aqui no blog pra juntos aprendermos mais sobre a nossa paixão que é a música. A partir de hoje estaremos levando aos nossos leitores informações sempre de forma clara. Mas alguém já deve ter se perguntado como surgiu a música. Ninguém ainda sabe ao certo como ela surgiu, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;"> É com muita felicidade que estou estreando aqui no blog pra juntos aprendermos mais sobre a nossa paixão que é a música. A partir de hoje estaremos levando aos nossos leitores informações sempre de forma clara.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Mas alguém já deve ter se perguntado como surgiu a música. Ninguém ainda sabe ao certo como ela surgiu, mas vamos lembrar que na bíblia diz que no céu já se entoavam cânticos, então existiu desde sempre, mas a ciência explica assim o surgimento da música: música (do grego μουσική τέχνη &#8211; musiké téchne, a arte das musas) constitui-se basicamente por uma sucessão de sons e silêncio organizada ao longo do tempo. Enfocando na </span><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">história no século XVI, como já acontecera no século XV, à música era dividida em sacra e secular. A <strong>música sacra</strong> era feita em grande escala e de forma séria, usando muitas vozes (polifônica), geralmente sem acompanhamento instrumental. A <strong>música secular</strong> era mais curta, mais simples e mais alegre, usava instrumentos, vozes e, frequentemente, a forma de dança da época (<em>pavana, galharda, corrente</em>), incorporando canções folclóricas e melodias populares.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">No fim do século XVI, os compositores começaram a tratar a música como uma arte única e indivisa. Mas como falei no inicio não precisamos nem ficar pesquisando muito sobre o surgimento da música, pois a própria bíblia já diz isso. A primeira referência desse livro à música ocorre antes do Dilúvio, na sétima geração depois de Adão: &#8220;Jubal mostrou ser o fundador de todos os que manejam a harpa e o pífaro.&#8221; Isto talvez descreva a invenção dos primeiros instrumentos musicais ou talvez até mesmo o estabelecimento de uma espécie de profissão musical (Gên 4:21). Olha só que bacana, a Bíblia é específica ao dizer que Jubal, (um primitivo descendente do primeiro homem, Adão) &#8220;mostrou ser o fundador de todos os que manejam a harpa e o pífaro&#8221;. Tudo isso ocorreu há uns 5.000 anos! Olha outra curiosidade pra pensarmos um pouco: nas duas ocasiões relacionadas com o transporte da Arca a Jerusalém, havia presentes vocalistas e instrumentalistas (1Cr 13:8; 15:16). Nos anos posteriores da vida de Davi, Jeová, por meio dos seus profetas Natã e Gade, ordenou o estabelecimento duma organização musical para o santuário ( 1Cr 23:1-5; 2 Cr 29:25, 26) Temos então aí provas na bíblia do surgimento da música. Alguma dúvida? </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Entre outras curiosidades dessa história você também, amigo leitor, já perguntou como é que surgiu o nome das notas musicais? Então, estudiosos afirmam que o Guido D’Arezzo, célebre músico do século XI, foi quem deu nomes aos sons musicais aproveitando a primeira  sílaba de cada verso de um hino que ele fez!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">UT-RÉ-MI-FÁ-SOL-LÁ-SI</span><img class="aligncenter size-medium wp-image-398" src="http://praisier.com/blog/wp-content/uploads/2010/07/blog1-300x298.jpg" alt="" width="300" height="298" /></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Mas cadê o Dó? (risos) O Dó era chamado de UT, mas como era difícil de ser cantada foi substituída pelo Dó. O Si foi formado pela primeira letra de <strong>S</strong>ancte e da primeira letra de <strong>I</strong>oannes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">C&#8217;est fini</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Sabemos que muita coisa ainda é um mistério, mas sabemos também que Deus deixou resposta de tudo na bíblia e com a música não foi diferente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;">Então é isso. Mas semana que vem tem mais. Tchau!</span></p>
<p>
<p align="center">
<a target="_blank" href="http://br.groups.yahoo.com/group/louvoraorei/"><br />
<img border="0" src="http://img10.imageshack.us/img10/4937/loguinholouvoraorei.png" width="160" height="78"></a></p></p>
<img src="http://praisier.com/blog/?ak_action=api_record_view&id=397&type=feed" alt="" />No tags for this post.
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		<title>Ramon &#8211; The Return</title>
		<link>http://praisier.com/blog/ramon-the-return/</link>
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		<pubDate>Sun, 18 Jul 2010 02:31:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ramon Fávero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas do coração]]></category>
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		<description><![CDATA[Oláaaa pessoal! Depois de 1 semestre sem postar ABSOLUTAMENTE nada, cá estou de novo para falar um pouquinho sobre minha vida nos últimos 6 meses. Fim do namoro! Triste, mas é a real! Diante de alguns acontecimentos, não vimos outra saída a não ser terminar o relacionamento. O bom de tudo é que agora estou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Oláaaa pessoal!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Depois de 1 semestre sem postar ABSOLUTAMENTE nada, cá estou de novo para falar um pouquinho sobre minha vida nos últimos 6 meses.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Fim do namoro! Triste, mas é a real! Diante de alguns acontecimentos, não vimos outra saída a não ser terminar o relacionamento. O bom de tudo é que agora estou me dedicando mais a Deus, à sua obra, e tenho ficado impressionado, pois a partir do momento em que obedeci a orientação que Deus me deu tenho tido aperfeiçoamento no louvor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Estou com alguns projetos legais, sobre os quais não posso entrar muito em detalhes, mas tenham a certeza de que na hora certeza publicarei no meu &#8220;cantinho&#8221; aqui e todos vocês terão acesso.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Quanto à flauta eu digo que melhorei um bocado rsrs Tenho alguns áudios gravados, mas quero agora me aperfeiçoar e tocar pela bendita partitura e aí postar aqui para a crítica da galera rsrs </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Quanto ao canto, olhaa&#8230;. nunca estive tão feliz por tamanho aperfeiçoamento. Deus tem me ajudado muuito no louvor, colocando em meu caminho pessoas que em muito tem me auxiliado. Estou tendo aulas de canto, teoria musical, e tenho até conseguido partiturar melodias, com alguns errinhos né, mas aos poucos vou fixando e aprendendo direitinho. Exaltado seja o Senhor!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">O período da faculdade foi tenso demaaaaaais!!! Maaaas, me esforcei bastante e consegui ficar com médias ótimas, tirando Direito Penal né (quem me acompanha sabe que meu histórico em Penal não é muito bom rsrs) Enfim, tirando Penal, matéria na qual fiquei com média 7,5 (que vergonha publicar isso ¬¬), nas outras matérias fiquei com média 9, e dou glórias a Deus por isso, pois o período em si foi bem apertado. Rumo ao 7º período. Mais 2 anos e serei bacharel em Direito!!! hoho #amomuitotudoisso</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Uma coisa agradabilíssima que tenho para contar é que nesse tempo de &#8220;silêncio de posts&#8221;, uma pessoa entrou no blog, me mandou e-mail e hoje nos tornamos grandes amigos. Nunca imaginei que algo tão legal poderia acontecer por meio do blog. Sempre tive amigos virtuais, mas dessa vez o blog foi a ferramenta-meio para isso, e olha&#8230; estou muito feliz. Deus sempre sabe o que faz né? Fico impressionado com certas coisas, mas só tenho que agradecer a Deus pelas amizades que tenho, e em especial por esta, pois tem sido um amigo muuuuuuuuito mais chegado que um irmão. (Ele deve ler isso aqui, e espero que dê uma moralzinha e comente agradecendo né rsrs). Queria dizer publicamente aos meus amigos que os amo de verdade, e gostaria de expressar isso mais vezes e de forma melhor. Há um amigo que tem estado comigo ultimamente e que tem me ajudado muito em oração, gostaria de dizer a esta pessoa que o amo muito e oro para que Deus preserve essa amizade cada vez mais (apesar do estresse cotidiano né rsrs). </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">*Não citei nome de ninguém para não causar ciúmes né rsrs</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Então, compus alguns louvores novos, mas ainda não tive a oportunidade de gravá-los descentemente para postar. Assim que o fizer posto aqui.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Consegui tirar férias do trabalho e da faculdade ao mesmo tempo, e estou curtindo-a, maaaaas preciso viajar e até agora não consegui. Alguém tem uma dica boa de algum lugar BARATO (tem que ser barato meeeesmo) para viajar???? Alguém de Curitiba que por acaso esteja lendo este post quer me hospedar em sua casa???? hauiahauiha Amoooo Curitiba!! *-* Brincadeiras a parte, estou precisando viajar mesmo; não aguento mais ficar isolado em casa. Estou pensando em ir para a casa de minha vó, no norte do ES, mais precisamente na cidade de Pinheiros, meu berço rsrs. Vamos ver se vai dar certo. Depois posto as fotos aqui.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Ah sim, estou postando utilizando meu netbook! É, comprei um para mim, e me tem sido utilíssimo tanto na facul, como no serviço, e principalmente para o estudo da música.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Estou estudando um bocado ultimamente: é faculdade, música (teoria, flauta e canto), e ainda inglês e espanhol. Tou me desdobrando em vários aqui, mas tou conseguindo rsrs Quem sabe, em breve, não rola um post trilingue? hoho Ia ser massa! Ia me achar! hahaha #zueira</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Pessoal, é isso. Voltei à ativa, e pretendo postar semanalmente sobre minha vida agitada!!! #ahamdeustavendo </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Fiquem todos com Deus!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Abraços!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;">Ramon</span></p>
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